Atrocidades do LRA têm dias contados na Africa Central

As operações do exército ugandês contra o LRA são apoiadas pelos os Estados Unidos desde Outubro

As operações do exército ugandês contra o LRA são apoiadas pelos os Estados Unidos desde Outubro

Países da região esperam se ver livres do Exercito da Resistência do Senhor através da assistência militar dos Estados Unidos

Durante mais de duas décadas o Exército da Resistência do Senhor – LRA – espalhou o terror a partir do norte do Uganda, através de mortes e violações por quase toda a região de Africa Central.

No passado mês de Outubro o presidente Barack Obama ordenou o envio de um contigente militar de 100 operacionais para dar assistencia ao Uganda e s países vizinhos a porem fim as acções do LRA.

O exército ugandês vem cruzando as florestas da República Centro Africana, República Democratica do Congo e do Sudão do Sul, na perseguição de Joseph Kony – um auto declarado profeta que diz ter a missao de purificar o Uganda, e para tal através do derrube do governo e a instauração de um regime teocrático. Um ideal não tanto evidente nesse que é descrito como um dos mais brutais conflitos de África, isso quando o LRA tornou-se conhecido por raptar milhares de crianças tornando-as em soldados ou escravos sexuais, e fazendo igualmente centenas de milhares de deslocados.

O Coronel Balikuddembe é o comandante das operações do exercito do Uganda. Nos ultimos 3 anos os seus homens recuperaram 469 crianças raptadas pela força rebelde.

“Uma vez recrutados, eles são espalhados em grupos de 10, 15 ou mesmo 5. Mas estamos prontos a enfrenta-los e recuperá-los . O exército nacional UPDF não é boa notícia para Kony. E eles continuam a ser agastados pelas nossas operações.”

A actual força do LRA resume-se a umas centenas de devotos e de combatentes furtivos. A assistência militar americana prevê ajudar com imagens satelites a localização de unidades do LRA nas florestas.

Alguns observadores questionam entretanto sobre o oprtunismo dessa intervenção americana no conflito contra o Exercito da Resistencia do Senhor, e descrevem a iniciatvia como eleitoralista para o presidente Obama ou mesmo dos Estados Unidos, após a descoberta de petróleo no Uganda. Contudo a maioria de pessoas na região da Africa Central deseja o fim do pesadelo do LRA. Jolly Okot Andruvle é directora de Crianças Invisíveis, uma organização que apoia as vitimas da guerra, Quando criança Andruvle chegou a ser raptada e também foi vitima de abusos dos comandantes do LRA.

“Como alguém que cresceu nessa guerra como criança-soldado, eu realmente aprecio a iniciativa do envio de tropas do governo americano. Existem muitos civis cujas vidas ainda estão em perigo.”

Apesar da chegada das tropas americanas ter relançado esperanças de que o fim do conflito com LRA está a vista, é preciso relembrar que não é a primeira vez que esse grupo rebelde enfrenta uma coligação de forças internacionais.

Depois de uma opperação militar conjunta em 2008 por Uganda, Republica Democratica do congo e o Sudão, o LRA ressurgiu enfranquecido mas invencivel. O seu líder Joseph Kony terá prometido vingança, trazendo mais violencia e morte a inocentes civis por em quase toda a região da Africa Central.

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